quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

MARANHÃO NA TELA 2009



O grande festival de fomentação ao Audio-Visual maranhense está de volta e de vento em popa... MARANHAO NA TELA 2009!!!!
como sempre oportunizando jovens e adolescentes de comunidades pobres e desassistidas ao mundo da sétima arte... com cursos, palestras e oficinas até produção de vídeos denominada "essa é minha cultura", que destaca os grandes nomes da cultura local.
Mavi, como sempre, no leme deste grande navio que navega com destino ao sucesso levando como passageiro o sonho de milhares de maranhenses.
Este ano a CUFA não entrou como parceira no MNT, mas sempre prestigiaremos e apoiaremos iniciativas tão importantes quanto estas.
Parabenizamos a toda equipe do Maranhão na tela e alunos dos cursos e oficinas.

Não percam a programação, que este ano está muito atraente. Teatro Arthur Azevedo, Cine Praia Grande, Teatro Alcione Nazareth, Estacionamento Praia Grande e Anfiteatro O Imparcial são os lugares de exibições dos filmes e documentários... sem falar no importantíssimo fórum que acontece dias 2 e 3... imperdível!!!!!

A CUFA Parabeniza e deseja toda sorte ao Maranhão na Tela.

Tamujuntu e misturados!!!!!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

6 º Festival Hip Hop na Ativa


Break, Graffiti, Dj´s, Mc´s, Basquete de rua, Bmx e Skate, esses serão alguns dos ingredientes que farão parte do 6° Festival Hip Hop na Ativa que se tornou tradicional na comunidade Vicente Fialho em São Luís Maranhão e é sempre aguardado com ansiedade todos os anos. Esse Ano o Festival vem com uma inovação, será realizado em 2 dias, dia 12 e 13 de dezembro.Dia 12 será exclusivamente para a realização de oficinas culturais, palestras e debates e exibições de documentarios no espaço Cine Crioula.
Dia 13 acontecerá os shows de grupos regionais, torneio de basquete de rua, batalhas de dança,mostra de graffite,batalha de mc´s e muito mais...
pra participar é só chegar...
Acesso livre a todos...
mais informações:
conexaodasruas@gmail.com
fone:(98)88480901

Realização :
Conexão das Ruas
Cufa Maranhão

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Viradão Esportivo



Acontece no dia 07 de novembro de 2009 o esporte cidadania evento organizado pelo SESI e com parcerias entre, Rede Globo de televisão e CUFA (Central Única das Favelas), com um dia inteiro de esporte e cultura, evento que acontece em mais de 30 cidades simultaneamente com as mais variadas modalidades esportivas.

E na cidade de Balsas-MA não será diferente, O evento acontecera no dia 07 de novembro de 2009 na AABB, com uma intensa programação esportiva e cultural para as crianças da nossa cidade que tem pouco aceso a pratica do esporte.
Esse evento tem um propósito de incentivar a pratica esportiva e cultural entre essas crianças.

Venha participar e ser um voluntario nesse dia,maiores informações:

waleska@fiema.org.br
themcszena@hotmail.com

www.cufabalsas.blogspot.com

ou no proprio predio do SESI que fica na BR 230
fone:(99) 3541-9676

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

HIP HOP D´MENOR



O Grupo CONEXÃO DAS RUAS e a CUFA MARANHÃO realizam no dia 12 de outubro o evento HIP HOP D´MENOR dedicado especialmente para a criançada das comunidades perifericas de São Luís Maranhão.
O evento terá inicio as 14hs com oficinas de Break, Graffite, Dj e Rap, além de atividades esportivas, contação de historias, distribuição de lanches e Brinquedos.
Para Participar é só chegar !!
local: União dos Moradores da Vicente Fialho
Mais informações : (98)88480901/32567346

Apoio:
FRENTE BRASILEIRA DO HIP HOP

terça-feira, 22 de setembro de 2009

MERCADO CULTURAL BRASILEIRO

Movido a patrocínio, mercado cultural brasileiro não se sustenta sozinho

Se, numa canetada, acabassem os incentivos fiscais destinados à cultura, os palcos brasileiros esvaziariam. Mesmo aqueles ocupados por artistas que, na discussões sobre a nova Lei Rouanet, têm sido definidos como "consagrados". As bilheterias sozinhas, salvo exceções, não pagam peças, shows e filmes feitos no país. O mercado da cultura brasileiro não é autossustentável.


"O artista famoso precisa de lei", crava Sergio Ajzemberg, que trabalha com marketing cultural. "Existe um circuito fechado de artistas que vivem de Lei Rouanet", diz Juca Muller, produtor de shows nacionais (Detonautas) e internacionais (Earth Wind & Fire). "As empresas querem associar suas marcas aos grandes nomes, não a desconhecidos." As leis, além de tornarem mais visível quem já tem nome, inflaram os custos e agigantaram o mercado cultural. Mas teria o público acompanhado esse ritmo? Os números indicam que não.

O dinheiro de imposto que as empresas destinam à cultura beneficiou certos artistas, mas não chegou à população. É esse descompasso entre produção e acesso que tem feito com que sejam contestados projetos bancados com lei e, ainda assim, caros. "Os automóveis têm redutor de IPI e as pessoas entendem o porquê. No caso da cultura, isso não é totalmente aceito", diz o advogado Fábio de Sá Cesnik. "Todo mundo diz que o teatro é caro. É? Alguém sabe quanto eu gasto para produzir uma peça?", pergunta Antonio Fagundes.

E quanto custa a turnê de um músico? A bilheteria é capaz de bancar todos os custos?

Depende. Leninha Brandão (que trabalha com Vanessa da Mata e Lenine) diz que precisou captar R$ 660 mil de uma empresa de cosméticos para que Lenine fizesse um disco e shows em diversas capitais do país com ingresso a R$ 40.

Já Marcelo Lobato (de Marcelo D2 e Pitty) afirma que a bilheteria paga as despesas. "Faço a agenda de meus artistas e vendo os shows para contratantes locais. Ou esses contratantes pagam os cachês usando bilheteria ou se viram para arrumar patrocínio."

A discussão torna-se ainda mais complexa quando a cultura confunde-se com o entretenimento --em tese, comercialmente viável. "Quem trabalha com entretenimento tende a entregar às pessoas o que elas querem, ou seja, pensa no freguês. Às vezes isso tem ligação com a cultura, às vezes não", delimita Pena Schmidt, superintendente do Auditório Ibirapuera. "Mas essa linha é tênue", diz, lembrando que, do rei que encomendava obras a um artista, passando pelo Estado e pelas gravadoras, a música sempre foi subsidiada.

Schmidt se pergunta se poderia ser diferente. E responde: "Com a estrutura de teatros que temos, não. Fala-se muito nos cinemas, mas os teatros também foram vendidos para igrejas. Por não haver incentivo para a construção de teatros, proliferou a indústria do montar e desmontar palcos. Nas casas pequenas, o que banca um show é a venda de bebidas."

No Auditório Ibirapuera, a bilheteria responde por 10% do orçamento da casa. Parte é bancado pela TIM, sem leis, e parte vem do aluguel para eventos fechados. No Teatro Alfa, a conta é semelhante. A bilheteria responde por 20% do orçamento. Metade da arrecadação vem dos patrocínios e 30% do aluguel para eventos.

Segundo Elizabeth Machado, superintendente do Alfa, um espetáculo orçado em R$ 600 mil rende, na bilheteria, cerca de R$ 100 mil. Por que a conta não fecha? "Porque eu teria de cobrar R$ 400 reais. E aí a conta não fecharia porque o teatro não lotaria." O produtor Emílio Kalil, que trará o grupo de Pina Baush para o Brasil, ainda não conseguiu patrocínio e, apesar dos ingressos esgotados, antevê o prejuízo. "A temporada custa R$ 1 milhão. São 58 pessoas, dois contêineres, dez dias de hotel, locomoção, estrutura técnica. É uma estrutura caríssima, que o público não vê, diz.

E antes das leis, como isso era pago? Em primeiro lugar, é preciso dizer que, pós-leis, cerca de 100 mil empresas prestadoras de serviço --de alimentação a luz-- se oficializaram para entrar na engrenagem de notas fiscais e prestação de contas. "Se você quer filmar numa esquina, o dono da padaria te cobra. Há 30 anos não era assim", exemplifica o cineasta Hector Babenco. Mas há outras respostas.

"Muitos produtores iam chorar no colo dos governos", diz Kalil. "O governo brasileiro, historicamente, trabalhou com incentivos. Nos anos 1970, as gravadoras tinham desconto nos impostos se investissem em artistas nacionais", diz Cesnik. Há quem vá mais longe. "Tínhamos uma população acostumada a ir ao teatro, ao cinema", diz Ajzemberg. É essa uma das diferenças entre o Brasil e os países europeus. "A média da população brasileira não consome cultura."



Joana Henning
Artista Circense e Produtora Cultural
Diretora de Relações Institucionais
Ossos do Ofício - Confraria das Artes
Trupe Circo Íntimo
55 61 8416 5647
55 61 33225202
55*97*23958
Skype: joana.minhoca

PEC 150

Na próxima quarta-feira, dia 23 de setembro, a Comissão Especial irá votar a Proposta Parlamentar de Emenda Constitucional (PEC) 150/03. A PEC da Cultura, como é conhecida, recebe o apoio praticamente unânime de entidades, produtores e artistas ligados à Cultura, e determina a vinculação de 2% dos recursos do Orçamento da União, 1,5% dos estados e 1% dos municípios à preservação do patrimônio cultural brasileiro e à produção e difusão da cultura nacional.

Os participantes desse forum podem ajudar na aprovação da emenda, enviando e-mails, com o texto abaixo, para que os parlamentares votem a favor da PEC 150.

Sr. parlamentar, vote a favor da aprovação da PEC 150. A cultura brasileira agradece o seu empenho!

Os e-mails dos deputados estão listados a seguir:

dep.marceloalmeida@camara.gov.br, dep.zezeuribeiro@camara.gov.br, dep.guilhermecampos@camara.gov.br, dep.professoraraquelteixeira@camara.gov.br, dep.josefernandoaparecidodeoliveira@camara.gov.br, dep.angelovanhoni@camara.gov.br, dep.alexcanziani@camara.gov.br, dep.fatimabezerra@camara.gov.br, dep.deciolima@camara.gov.br, dep.joaquimbeltrao@camara.gov.br, dep.gilmarmachado@camara.gov.br, dep.lelocoimbra@camara.gov.br, dep.luizsergio@camara.gov.br, dep.marceloalmeida@camara.gov.br, dep.magela@camara.gov.br, dep.paulorocha@camara.gov.br, dep.mariadorosario@camara.gov.br, dep.tonhamagalhaes@camara.gov.br, dep.marinharaupp@camara.gov.br, dep.mauricioquintellalessa@camara.gov.br, dep.zonta@camara.gov.br, dep.raulhenry@camara.gov.br, dep.humbertosouto@camara.gov.br, dep.ilderleicordeiro@camara.gov.br, dep.marcosmontes@camara.gov.br, dep.raimundogomesdematos@camara.gov.br, dep.paulorubemsantiago@camara.gov.br, dep.brizolaneto@camara.gov.br, dep.rodrigorollemberg@camara.gov.br, dep.evandromilhomen@camara.gov.br, dep.josefernandoaparecidodeoliveira@camara.gov.br, dep.cleberverde@camara.gov.br

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

30 ANOS DEPOIS...

30 anos depois, a história se repete...

O ano é 1979, dia 17 de Setembro, nas ruas de São Luís estudantes manifestam-se em favor da meia passagem,a resposta do estado, gerenciado pelo então governador João Castelo; truculência da polícia militar, abuso de poder e violência. Estudantes apanham e sofrem violência verbal no centro da cidade, Praça Deodoro, Rua do sol e paralelas, lojas depredadas, muros e prédios pichados. O ato ficou conhecido como “A greve de 79” ou “A greve da meia passagem”
Hoje, 17 de Setembro de 2009, exatos 30 anos depois... tudo igual!!!!! Estudantes da UFMA encontrava-se dentro do terminal integração Praia Grande, panfletando entre os estudantes na fila de ônibus do campus quando foram solicitados à parar a panfletagem, quando um dos líderes pergunta em que se baseava a proibição, uma vez que o panfleto não incitava violência, nem nenhum tipo de manifestação, senão uma convocação a um evento que aconteceria dentro da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em comemoração do episódio de 30 anos antes. Para evitar confusão os alunos resolveram para a panfletagem e seguir à UFMA, à espera do ônibus, chegaram alguns outros estudantes que receberam os panfletos, foi uma ofensa ao diretor do terminal que orientou os GUARDAS MUNICIPAIS expulsarem os estudantes do local, os guardas como de costume vieram de forma ríspida, arrogante, truculenta e violenta, agredindo os estudantes, chegando à rasgar camisas e agredir fisicamente dois dos estudantes, levando os demais estudantes que nada tinham a ver com a ação tomarem partido e intervirem. Confusão armada, a polícia militar foi acionada, resultado, mais violência.
Fato como este, prova que “nossa” polícia não está preparada sequer para conversar com a população. Fica explícito que passados 30 anos, nada mudou, nem mesmo o responsável por gerenciar o estado, João Castelo que 30 anos atrás era o governador, hoje é o Prefeito e os que começaram toda a violência foram exatamente os guardas “municipais”.
O que comemorar? 30 anos de vitória...
Ou lamentar 30 anos de violência? Pois todo dia morrem jovens. Seja por vicio em drogas, seja na mão da polícia em chacina, seja de fome... por falta de oportunidade.
Estamos aqui lamentando um caso de estudantes universitários... imaginemos qoe milhares de outros jovens sofrem a violência de sequer ter oportunidade de entrar numa universidade.