21 de fevereiro de 2009

INTERVENÇÃO LIIBRA 2009



É isso aí galera que curte um bom Basquete de Rua... brevemente estaremos com o aquecimento LIIBRA 2009, já já nosso campeonato estadual estará acontecendo, por isso estaremos realizando "INTERVENÇÃO LIIBRA 2009".
A cada 15 dias, nos fins de semana estaremos em um bairro realizando o aquecimento, com os amantes de basquete de rua.
Lembrando que serão apenas aquecimento como formato de intervenção, sem remiação, somente para a galera se encontrar e treinar em jogos estilo racha, todo mundona boa, n paz, sem stress... para mostrar a força do basquete de rua e a união que o esporte transmite.

Astros da ruas... simbora... a LIIBRA 2009 vem aí...


é a CUFA, seu zé.

19 de fevereiro de 2009

MULHERES EM AÇÃO!!



Mês de março, o núcleo Maria-Maria, as mulheres da CUFA-MA estarão realizando ações em comemoração ao dia internacional das mulheres.
dias 05 e 06 estarão nas escolas Paulo Freire e CEMA Monica Vale, realizando exibições de filmes com a temática de mulheres, em parceria com o núcleo audiovisual.
dia 07 a exibição ser´na nião dos Moradores do bairro Vicente Fialho.
por fim, dia 08, domingo, estarão em atividade em parceria com a Secretaria da Mulher, atividade esta que ainda não foi definida.

16 de fevereiro de 2009

RAP POPULAR BRASILEIRO



Quem disse que o Rap não é popular e brasileiro?

Vem ai o Rap Popular Brasileiro Festival



Por Fernanda Quevedo


Sim, o Rap é popular e brasileiro. Pode até ser que ele tenha surgido nos Estados Unidos, e que tenha a sigla em inglês (Rhythm And Poetry - Ritmo e Poesia), mas não há dúvidas de que ele, o Rap, é uma das maiores expressões populares de manisfestação das favelas brasileiras.

Pensando nisso, a CUFA criou o RPB – Rap Popular Brasileiro, um festival que tem por objetivo apresentar e divulgar novos grupos e cantores de rap, abrindo espaço para novas expressões artísticas e culturais deste gênero, que não são tão conhecidos pelo grande público, estimulando o mercado cultural brasileiro.

O evento reunirá grupos de todos os estados, incluindo o Distrito Federal. Haverá disputas estaduais que classificarão os concorrentes para a final nacional a ser realizada no Rio de Janeiro, tudo isso nos meses de junho e julho. Serão dois meses de musicalidade e poesia das favelas em todo o Brasil.

12 de fevereiro de 2009

CINE CUFA



Com o objetivo de democratizar a Sétima Arte, o CineCufa é um festival internacional de cinema que exibe somente produções criadas por moradores e legítimos representantes das favelas. Não apenas das favelas do Brasil, mas das favelas do mundo.

Realizado no Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro), no mês de maio de 2009, o festival realizará sua terceira edição.

Não foram só os facilitadores tecnológicos, como a câmeras digitais e de celulares, que impulsionaram os moradores das favelas a realizarem obras cinematográficas. Esta nova ordem estética e cultural nasce também da vontade e necessidade da periferia de ser protagonista de sua própria história e de expor seu ponto de vista, de retratar o mundo segundo sua própria ótica. O fator tecnológico, entretanto, foi a mola propulsora que alavancou mundo a fora cursos e oficinas de capacitação.

Desta renovação nasceu também o Núcleo de Audiovisual da Cufa, atuante como uma produtora de vídeo desde o ano 2000. Entretanto, além de produzir é preciso exibir. E por identificar esta lacuna no mercado de exibição a Cufa criou esta janela para difusão das mais diversas obras cinematográficas realizadas pela periferia.

Com isso pretendemos valorizar cada vez mais as produções dos cineastas de favela, bem como fomentar a construção de uma identidade que passe a atuar mais fortemente no mercado cinematográfico.

O CineCufa exibe obras com tema, gênero e duração livres, tendo como única prerrogativa para exibição da obra a atuação da favela como protagonista do projeto.

Como prova do crescimento do nosso festival, na 2ª edição, tivemos como novidade o prêmio “Governo do Rio – Na Tela da Favela”, que se dividiu em dois quesitos: “Voto Popular” e “Júri Especializado”. A premiação serviu como incentivo a novas produções destes realizadores, que ganharam legendagem de seus filmes e equipamentos.

Isto comprova que o CineCufa está no caminho certo, dando visibilidade aos talentosos cineastas de favela, cujas obras normalmente não têm acesso às salas de exibição.

É a favela mostrando ao mundo seu pensamento, seu talento!

É a favela escrevendo sua própria história.

MARIA-MARIA

Núcleo de Mulheres da CUFA planeja ações para o dia 08 de março

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 08 de março, tem uma importância simbólica no calendário de luta das mulheres. Neste dia, são realizados, em todo o mundo, atos de mobilização em homenagem às conquistas alcançadas pelas mulheres ao longo dos anos. A data também serve para reafirmar a necessidade de continuarmos na luta pela construção de um mundo mais igualitário para todos.

É com esse espírito que o Núcleo Maria Maria, da Central Única das Favelas, prepara, em todo o Brasil, ações para comemorar o Dia Internacional da Mulher.

Veja abaixo:
Em Brasília-DF, o Núcleo de Saúde EDUCAVIDA oferecerá às mulheres cursos na área de saúde, com enfoque na melhoria das condições de vida em todas as fases do ciclo vital feminino. Também estará disponível um curso de comportamento, etiqueta e moda.

No Maranhão a festa ficará por conta de mostras de filmes em duas escolas e na união dos moradores do bairro vicente fialho com discussões sobre a realidade da mulher, ação essa em parceria com o núcleo audio-visual da CUFA-MA.

Já em Sinop-MT, a data será comemorada com uma intensa programação, que vai desde a realização de seminários com palestras sobre os direitos das mulheres a ações culturais, com danças, músicas, apresentações e entrega de roupas arrecadadas.

Em Cuiabá-MT as atividades estarão voltadas para as adolescentes em conflito com a lei, assim como em Palmas-TO, onde a CUFA pretende levar alegria, festa e muitos debates a mulheres em situação de cárcere.

Em Dourados-MS e Aracaju-SE a agenda está sendo articulada em conjunto com o poder público e outras organizações da sociedade civil organizada, assim como em Natal-RN, onde a CUFA prepara uma grande festa chamada Intervenção Social Graffitando o 8 de março, com apresentação de MCs e B-Girls.

Em Belém-PA a proposta é realizar um grande debate sobre a realidade das mulheres no Estado.

Acompanhe a programação do dia 08 de março!!
Acesse o blog: http://mariamaria-brasil.blogspot.com/

Por: Hellen Tavares (CUFA-PA)

6 de fevereiro de 2009

Fazendo do Nosso jeito, sempre!!

A historia das lutas sociais no BRASIL está repleta de atores importantes, de cada período, desde os quilombos, o movimento abolicionista, as ligas camponesas, os sindicatos anarquistas, os movimentos específicos, enfim, toda uma gama de agentes que se propunha cada um a seu modo uma modelo de sociedade que superasse o capitalismo. É preciso registrar a importância história que cada movimento ou liderança teve em dado período da história para a construção de sinais de democracia alcançados no presente.

No mundo, União soviética, Albânia, leste europeu, e em alguns países da America latina e caribe, essas tentativas de mudança foram massacradas, a única sobrante e que resiste a duras penas, é CUBA. Todo o resto acabou retornando ao velho modelo de produção e consumo atual, em alguns casos pior ainda do que antes. A falha desses que comandavam um processo de transformação, teve uma rebordosa enorme, pois fez com que ideologicamente fosse proclamada o fim da história e o capitalismo como único e exclusivo modelo de sociedade, e assim se seguiu em todo mundo, em particular e de forma mais acelerada nos países em subdesenvolvimento e de economia dependente igual o brasil, privatizações e várias estratégias de restringir a influência do estado sobre o mercado e conseqüentemente a redução de sua atuação na prestação de serviços públicos.

Passados quase duas décadas, a fatura também foi trágica, riquezas naturais e patrimônios estratégicos privatizadas, aumentos de pobres, poluição ambiental, e mais recentemente uma crise econômica, que nada mais é do que uma necessidade do sistema capitalista se ajustar, para poder reproduzir seu modelo de produção e consumo e a acumular capital cada vez mais em um pequeno grupo de empresas transnacionais, colocando-as na conta do estado, logo pagando com nosso dinheiro o prejuízo, e mais uma vez socializando os prejuízos e privatizando os lucros.

Em todo a America latina vimos subir e descer governos de direita e de esquerda, no Brasil convivemos com um processo violento de esvaziamento dos movimentos sociais e suas pautas, muitas vezes a perca de autonomia e o aparelhamento, conhecido na CUFA como entubação, já que grande parte dos que ocupam cargos de decisão e poder nas diversa esferas do governo, são oriundos das fileiras que antes reivindicavam, isso foi um ganho enorme para os movimentos sociais, no que diz respeito a alteração de correlação de forças, do acesso a espaços e a recursos, não mudança do tom e construção de diálogos com os movimentos sociais, mas a ordem capitalista seguiu intacta, tendo o governo conseguido se aproximar e se fortalecer juntos aos mais pobres, dividindo renda com os mais pobres. Essa processo de subida de um governo popular ao poder significou o sacrifício de centenas de lideranças sociais e políticas dopais, enfraquecendo assim a luta social e sua organização, chegando algumas vezes a comprometer sua autonomia e legitimidade.

O mais interessante é que diferente de antes, quando os movimentos não tinham nem estrutura nem grana, eles mobilizavam e agregavam mais gente. Contraditoriamente, hoje se tem mais recursos e estruturas, mas lhe falta o essencial; O POVO! Mais grave ainda, parte dos movimentos se preocupam com a luta geral de mudança do modelo de desenvolvimento, mas no seu cotidiano, junto as suas bases, os sinais dessa mudança sequer se manifestam em pequena escala, gerando a primeira crise das direções desse movimento com suas bases, onde resultam em choques, rupturas e abandono das trincheiras de luta, tanto pela falta de alternativa para uma agenda pragmática como para a cooptação do estado resignação diante da crise.

Um detalhe e daí, penso eu, ser o berço de nascimento de parte da base e orientação do sentimento CUFA, se dá por nós diversos processos, mesmo nos mais democráticos e que se propunham a ser progressistas revolucionários, os pretos, favelados invisíveis, nunca foram incorporados a luta como se devia, apesar de compor em nosso país quase metade da população. Resultado? Já que não temos saídas institucionais, criamos as nossas para sair da invisibilidade que nos é imposta. Daí os PCC's, CV's e outros mais. Sem se deixar cair no simplismo da reclamação ao mesmo tempo agregando uma saída, uma revolução agora, levando em conta sempre, o equilíbrio social, a inserção das massas ou pelo menos seu membros invisíveis de maneira digina na sociedade sem que os mesmos precisem da legitimidade do homem branco do asfalto ou ser coadjuvante da sua própria historia, um sentimento de resistência e sonhos de um maluco chamado celso athayde, desembocou no que hoje é a CUFA, essa bolsa de valores onde o nosso maior investimento é a emoção.

Ao contrário da lógica tradicional - e aqui não está se questionando a qualidade ou fazendo juízo de valor das outras lutas e movimentos - a CUFA veio propor alternativs agora e não somente fazer oposição ao existente, até porque para nossos jovens negros das favelas, diferentes dos jovens da classe média, radicais futuros gerentes das riquezas herdadas dos pais, não dá para esperar a revolução chegar, nem de se dar ao luxo de se conformar com um salário de 500 reais.

Nosso processo de construção, também é diferenciado, já que para se construir não precisamos queimar ou demonizar grupos ou correntes para nos firmar, nos construímos em cima das nossas ações, do nosso trabalho e navegamos no oceano tumultuado das contradições, sem muito ou quase nenhum pudor de sermos queimados na fogueira, dos pelegos, vendidos, reformistas, adaptados a ordem e toda a sorte de rótulos e adjetivos que queiram nos colocar.

Temos certeza de nosso caminho e nele seguimos, a nossa favor, nosso lógica própria, que muitos ousam criticar a forma, mas não nos apresentam nenhuma que conseguiu incluir no debate político e social, na mídia, na respeitabilidade e credibilidade alçados por um grupo de deserdados, de ex-invisíveis, que ainda por cima se constrói deixando claro que reconhecemos a dívida do Brasil com o povo negro, sendo assim na CUFA os brancos não tomaram tudo de assalto, aliás a CUFA nunca será deles, mas como buscamos o equilíbrio eles são bem vindos, sempre entendendo esse processo. Sem maniqueímos, sem essa de fulano é bom o outro é ruim, eu sou revolucionário e tu não, ou seja, saindo de um movimento revolucionário discursivo e fazendo na prática nossa própria revolução.

Os ex-invisíveis agora tem um pouco de grana, sonham alto, querem o mundo agora, a TV, o cinema, a literatura, mas peraí, eles não queriam só espaço, só a terra, o projeto?? NÃO! Queremos poder, pois é a única linguagem entendida e respeitada no mundo, não o mero poder pelo poder, queremos poder, para refazer a divisão das riquezas produzidas pela maioria e injustamente apropriadas por um minoria.

Nessa grande crise, enquanto uns choram seus cofres se esvaziando, nós discutimos como agregar recursos da melhor forma, enquanto uns se atolam em estrutura e grana mas lhe faltando povo, nós intervimos em nossa base para poder agregar quem nos procuram e a cada dia nos procuram mais. E essa procura tem que ser medida, pois todos nos procuram, conferência querem nos dar assento direto para legitimá-los, programas de grande peso pedem presença de nossas lideranças para poderem adquirir credibildiades, fóruns e redes querem nossa presença para se fazerem ouvidos, ou para demarcarem com críticas vazias a nossa instituição seu espaço, pois são incapazes de enfrentar a nossa pressão com trabalho de base no dia a dia.

A inversão de lógica é a criação de outras e ponto chave, aqui os cultos aprendem com os ignorantes, que alguns deles mais espertos realizam fotossínteses de conhecimentos e criam networks de saberes, os que deram anos de suas vidas nos bancos da academia aqui chegam, e tem que aprender, ouvir, escutar, pois nesse reino de ignorantes, reina a sabedoria que fala por outro códigos, por outras línguas, por outros dialetos. Enlouquecendo ONG's, movimentos sociais, que querem que sejamos pautados por suas pautas, piram mais ainda, quando nós pautamos a sociedade, e nele que esta a disputa real, pois esses fóruns, conferências, debates, seminários entre os movimentos é como um cachorro correndo atrás do rabo.

No fórum social se gritavam morte ao capitalismo, pergunta se os que gritavam devolveriam seus pertences ou doariam eles para uma causa justa de enfrentamento de capitalismo ou para seu funeral, duvido muito, pois isso seria jogar fora seus automóveis, leptops, e tudo que foi produzido nessas lógicas. E fácil dizer isso também , quando não se mora num lugar onde o capitalismo sequer chegou, onde quem reina são oligarquias e famílias como na época do império, como pedir a morte de um sistema que ainda nem se desenvolveu, detalhe é que toda a sociedade se ver e quer se inserir de uma maneira ou de outra nesses sistema??

A cufa de Novo vai além, quando cria pequenas economias , democratiza acesso a recursos, contatos, redes, relações com o poder, com o governo e nunca deixará de ser a CUFA com seus princípios e pautas. Esse trânsito custa caro, não é à toa que muitos nos querem por perto. E resta a nos perguntarmos, o que realmente eu ganho legitimando isso, pois ninguém está ali de graça? O que agrega para a minha luta além de fama? Pois esse eu já tenho demais, pois a CUFA é a organização de favelas mais famosa da sociedade? O que de social político ou financeiro me agrega cada parceiro, espaço ou iniciativa, e fazendo sempre essa média que nunca vamos nos perder da estrada da transformação diária e dar resposta instantânea a cada desafio que se apresenta.


Estratégias da cufa, não fóruns, debates e discussões teóricas.


Por: Preto Zezé - CUFA-CE - Articulador nacional da CUFA Brasil.

4 de fevereiro de 2009

PROGRAMA AÇÃO PERIFERIA




Estar no AR o primeiro programa nacional de rap
o programa traz notícias, tira dúvidas, informações e novidades das periferias de todo o Brasil e claro, muita música.

ouça pela NET programas ao vivo:
www.radiobras.gov.br/estatico

ou sintonize na radio AM 980 Khz

para ouvir programas anteriores acione:
www.stickam.com/acaoperiferia

a comando do programa fica por conta da galera da CUFA-DF sob o comando de Antonio Pádua e Claudia Maciel. Supervisão de Max Maciel, Roberto Neiva e Renata Neves.

AGREGAR.



CUFA realiza seu 4º Encontro Nacional em Cuiabá, e finaliza com novas idéias, propostas contundentes e planejamento estratégico traçado até 2015.*

A CUFA finalizou seu 4º Encontro Nacional em Cuiabá (MT) no último final de semana. O Encontro, que tinha por objetivo, traçar o planejamento estratégico da Central para 2009, foi além disso. Diretrizes foram estabelecidas para até o ano de 2015, quando a CUFA estará espalhada em dois mil municípios de todo o País*. *As ações e o calendário anual de cada base e também foram apresentados por todos os Estados.


Karina Santiago (CUFA MT) abrindo o Encontro

Dentre as diretrizes, está a utilização do esporte como ferramenta de agregação social, e por isso, a LIIBRA (Liga Internacional de Basquete de Rua) ganha destaque em todas as bases da CUFA, tornando-se um dos principais projetos. Até junho, todas as bases estarão concentradas na efetivação da LIIBRA, agregando pessoas tanto para o trabalho desta produção quanto para serem usuários deste projeto.


Manoel Soares (CUFA RS), Grazyele Tiburcio e Dyskreto (CUFA GO)

Na apresentação das ações e do calendário anual das CUFAs, pode-se perceber quão multifacetada é a instituição. Os projetos de audiovisual crescem cada vez mais, como o "Cine Teles Pires", da CUFA-Sinop, e o "Cine Pequi", da CUFA-Goiás e o Cine Crioula, da CUFA-MA. O teatro, as ações de saúde preventiva e o trabalho embasado nos
conceitos de gênero também vêm se consolidando em todo o Brasil de forma que a Central aborde um número expressivo de segmentos sociais. São jovens, mulheres, crianças e adultos profissionalizando-se e sendo agregados
socialmente.


Gleidy Braga (CUFA TO), Aline Freitas (CUFA PA), Roberto Neiva (CUFA DF). Ao fundo Flavia Ivar e MT Ton (CUFA MG).

Outro ponto marcante do Encontro foi a explanação feita pelo coordenador da
CUFA-Ceará, Preto Zezé, sobre movimentos sociais na contemporaneidade. Zezé
afirmou que os movimentos sociais que lutam contra a desigualdade no País precisam se reciclar, haja vista que a conjuntura social não é a mesma dos anos 80 e 90. "A revolução só será feita pelo viés econômico, então é preciso dialogar com os quatro setores: público, privado, as outras organizações e o crime organizado, os quais movimentam a economia brasileira" – ressaltou.


Karina Santiago (CUFA MT). Alzira Nogueira (CUFA AM), Celso e Thales Athayde - CUFA RJ. Ao fundo Manoel Soares (CUFA RS), Preto Zezé (CUFA CE).

Os cufistas também puderam conhecer um pouco do cenário político mato-grossense. Mario Olímpio, Secretário Municipal de Cultura, falou sobre a atuação da CUFA-Mato Grosso e da importância da mesma para o Estado. "Só pode falar de favela, e, portanto propor alternativas de transformação,quando se tem propriedade sobre o assunto, e a CUFA sabe o que faz" – afirmou.


Ilma Ferreira CUFA PE, Manoel Soares e Dinora Rodrigues (CUFA RS), em entrevista para imprenssa local

Ainda sobre o cenário político e cultural, Pablo Capilé, do Instituto Cultural Espaço Cubo, parceiro da CUFA-MT desde sua gênese, apresentou a moeda social Cubo Card, e como não poderia deixar de ser, gerou dúvidas e até polemicas, o que neste caso foi muito positivo, haja vista que várias CUFAs já pensam em estudar mais sobre a economia solidária e implantar a moeda social em seu sistema financeiro.


CUFA-BRASIL

O 4º Encontro Nacional da CUFA aconteceu em Cuiabá, entre os dias 29 de janeiro e 01 de fevereiro, no Hotel Taiamã. O próximo ainda não tem data marcada, mas estima-se que possa acontecer em algum estado do Norte ou do Nordeste, depois da realização da etapa Mundial da LIIBRA.


Por: Fernanda Quevedo/CUFA-MT

2 de fevereiro de 2009

RPB - Rap Popular Brasileiro




Vem aí o RPB Festival - Rap Popular Brasileiro.

O RAP é um dos elementos do Hip Hop, o que cede a voz para representar a favela, os pretos, os pobres... o rap é a voz do gueto. Racionais, GOG, Facção Central, Realidade Cruel, DMN e MV Bill sõ alguns dos grandes nomes do rap no Brasil, e a cada dia surgem novos rappers, falando de assuntos diversos, temática diferente... para tanto o RPB surgiu pra conhecer e dar voz à estes novos rappers.

Inscrições serão feitas, eliminatórias realizadas e o vencedor irá ao rio de Janeiro disputar a final nacional, repreentando o estado.

o RPB não tem a intenção de saber quem é o melhor, apenas dar voz a um dentre tantos novos artistas do gueto.
´
pra mais informações: www.rpbfestival-maranhao.blogspot.com


O bonde não pára.

ENCONTRO NACIONAL




Aconteceu entre os dias 29 e 31 de Janeiro mais um Encontro Nacional dos Coordenadores da CUFA.
Dias e noites dedicados em avaliações da situiação de cada CUFA nos estados e elaboração de metas a serem alcançadas.
dias também de alegria, pois pessoa que só se falavam via internet, puderam conversar pessoalmente e trocarem experiências.

agradecimento a todo o povo da CUFA-MT, show e bola, a receptividade e o tratamento destindo à todos. Linha Dura, Karina Santiago, Fernanda Quevedo, Anderson-sinop, Regi, Wesley e a galera de barra das garças.... obrigado a todos.


é isso, o bonde não pára.