26 de janeiro de 2009

CINE CUFA CONVOCA


clique na imagem para ampliar.


Quer participar do Cine Cufa?...
entre em contato, envie seu filme.

22 de janeiro de 2009

CUFA & FUNAC

Amigos, como postado enteriormente, temos realizados varias oficinas na FUNAC desde Dezembro/08. Este mês as oficinas continuam o que tem sido muito importante, pois os jovens e adolescentes internos tem recebido muito bem as atividades e interagindo com a galera.

segue datas e atividades que serão realizadas ainda este mês:

22 de janeiro de 2009
15:30h às 17:30:00
Apresentação de Futsal Infanto.

24 de janeiro de 2009
16:00h
Torneio de Futsal.

26 de janeiro de 2009
9:30h às 10:30h
Apresentação de Aerógrafo profissional.

28 de janeiro de 2009
14:30h
Oficina de aerógrafo.

30 de janeiro de 2009
9:30h
Oficina de Basquete de Rua

1 de fevereiro de 2009
9h às 10h
Palestra sobre tatuagens.
As atividades serão realizadas no Centro Juventude Esperança, na Maiobinha.


É isso aí, o bonde não pára.

21 de janeiro de 2009

AS COTAS E OS RECALCITRANTES!

Há cinco anos o Brasil vem experimentando e implementando o sistema de cotas raciais e sociais. Mais de 70 universidades públicas brasileiras, por iniciativa própria, acolhem mais de 55 mil estudantes cotistas. No ProUni, estima-se que 200 mil jovens afrobrasileiros tenham acessado o ensino superior. Somando-se os dois, temos 250 mil jovens afrobrasileiros com possibilidades reais de poderem, dentro de alguns anos, disputar o mercado de trabalho em condições mínimas de competitividade. Estes números revelam também que, nos últimos cinco anos das cotas, chegaram ao ensino superior no Brasil mais afrobrasileiros do que em toda a história republicana deste país.

As pesquisas de avaliação realizadas por diversas instituições de ensino, a exemplo da Universidade Federal da Bahia, Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Universidade de Brasília, entre outras, atestam de maneira insofismável que o aproveitamento dos cotistas é igual ou melhor que o dos não-cotistas. A evasão escolar é extremamente reduzida e a rejeição dos demais estudantes é praticamente nula. Em que pesem todos os indicativos de que a medida vem cumprindo com o seu objetivo maior – que é o de acelerar a inclusão plena dos excluídos (alunos da escola pública, indígenas e negros) no ensino superior brasileiro –, ainda assim temos um grupo muito bem nutrido de recalcitrantes que insistem em querer destruir o que está dando certo. Por que tanta resistência, então? Qual a razão de tanta má vontade para com um mecanismo que está previsto durar no máximo entre 10 a 15 anos e que já tem um terço deste caminho percorrido com sucesso? Que motivação política leva pessoas e instituições tão importantes, tanto econômica quanto intelectualmente, a se posicionarem de forma tão ácida e permanente contra as cotas?

Não lembro, nem mesmo no período da ditadura militar, de um tema ocupar de forma tão presente os espaços de mídia durante tanto tempo (seis anos) e de forma tão parcial e desigual, como vem ocorrendo com as cotas. Para combatê-las, reuniram-se os órgãos de imprensa mais poderosos do país, os intelectuais mais influentes, os empresários mais fortes e juristas dos mais conceituados. Todos a brandir o mito da democracia racial como um legado eterno e imexível da trajetória escravocrata brasileira. Não importam os dados estatísticos, mesmo que sejam produzidos pelas mais renomadas instituições do país, que indicam claramente a exclusão dos afrobrasileiros do ensino superior, não importam as pesquisas qualitativas realizadas por universidades conceituadas, que apontam o racismo como um dos entraves ao desenvolvimento do país. Enfim, nenhum dado científico, social, econômico ou político importa para justificar os caminhos tomados para romper de uma vez por todas com este legado trágico. O que vale é a vontade imperial dos antigos e novos senhores de engenho.

Para quem não acredita, aqui vão alguns números: entre os 10% mais pobres, 68% são pretos e pardos; apenas 5% dos negros de até 30 anos têm curso superior (entre os brancos, a taxa é de 18%); negros ocupados recebem R$ 578,24 ao mês, 53% a menos que brancos, cuja renda é de R$ 1.087,14; apenas 3,5% de negros estão em cargos de nível executivo nas maiores empresas brasileiras.

Por isso é muito bem-vinda a aprovação pelo Legislativo federal, no apagar das luzes de 2008, do Sistema de Cotas para o Ensino Superior no Brasil. Menos pela aprovação em si, pois, como afirmei acima, o sistema já está em pleno funcionamento, porém muito mais pelo valor político e simbólico que possui uma decisão como esta vinda da Câmara dos Deputados, que, em tese, representa os interesses maiores do povo brasileiro. "Aprovamos um texto de justiça social e étnica", comemorou o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia. Assim como o deputado – é bom que se registre –, vários segmentos da sociedade civil se postaram a favor da aprovação do projeto e pressionaram fortemente o Legislativo a adotar esta decisão, capitaneados evidentemente pelo movimento negro.

Sabemos, porém, que as profundas desigualdades raciais existentes no Brasil não se resolverão apenas pela adoção de cotas nas universidades, ou pelo ProUni. Mas é um caminho importante, que abrirá outras portas que ampliam o acesso a outros direitos. Por isso mesmo, identificar corretamente as razões da rejeição às cotas será fundamental para que tenhamos sucesso nas demais políticas de inclusão racial no Brasil. Cremos que o nó da questão está no discurso vicioso de pequena parcela da população acostumada a privilégios, que detém poder político e econômico, manipula conhecimento e esbraveja aos quatro cantos para forjar um ponto de vista que justifique um entendimento favorável a uma práxis vergonhosa que se arrasta há 500 anos. E isto tem nome e sobrenome – Racismo, Discriminação e Preconceito.

O que tem ficado cada vez mais claro, seja nos artigos, nos discursos ou nas matérias absolutamente tendenciosas, no plano negativo, sobre o sistema de cotas para o ensino superior, é a defesa explícita da manutenção e ampliação dos privilégios que esta pequena parcela da sociedade brasileira acostumou-se a ter, como algo natural, quase divino. O que se ouve nos bastidores desses segmentos ou nas discussões mais acirradas na academia é que a ascensão de afrobrasileiros aptos a disputar os espaços dirigentes do nosso país poderá causar sérios deslocamentos na arquitetura social brasileira e destruir o sonho de consumo de parte da elite brasileira, que é o de que "somos todos iguais, desde que cada um saiba qual o seu lugar". E eles sabem muito bem que os principais afetados nessa nova arquitetura serão aqueles mandam no Brasil há quase 500 anos. E isto (para eles) é intolerável. A estratégia é clara e objetiva – barrar a qualquer custo os avanços rumo à igualdade racial, para continuar assegurando os privilégios de ontem, de hoje e do amanhã para os de sempre.

Seja como for...

Para finalizar essas reflexões, gostaria de pôr em questão a necessidade de um olhar atento, sensível, generoso e respeitoso à rica diversidade cultural, racial e religiosa existente no Brasil. Do mesmo modo, é preciso que tenhamos gestos e atitudes firmes no enfrentamento às gritantes desigualdades e que não nos intimidemos com esta cantilena conservadora e discriminatória. Pois o que desejamos mesmo é que, num futuro próximo, não precisemos de sistema de cotas para fazer justiça "àqueles que historicamente foram marginalizados, de sorte a colocá-los em um nível de competição similar ao daqueles que historicamente se beneficiaram da sua exclusão", como bem diz o ministro Joaquim Barbosa.

Nesse sentido, vale a pena pensar que a verdadeira força, fundada na consciência política e na ética, para enfrentar e derrotar os algozes da democracia e da igualdade racial virá da capacidade que tenhamos para articular e comprometer com a justiça e a fraternidade negros, brancos, mestiços, cafuzos e quem mais acredite e deseje um Brasil democrático e igualitário, tanto social quanto racialmente.

E esta é uma tarefa só nossa! E exige dedicação!



Zulu Araújo - Presidente da Fundação Cultural Palmares
www.palmares.gov.br

19 de janeiro de 2009

O BONDE NÃO PÁRA

Link para ouvir música nova do MV Bill "O bonde não Pára"

www.myspace.com/mvbill






divirtam-se... O bonde não pára!!!!

16 de janeiro de 2009

4º Encontro Nacional da CUFA

Coordenadores de todo o Brasil estarão em Cuiabá no próximo dia 29

Por Fernanda Quevedo


De 29 de janeiro a 01 de fevereiro a calorosa Cuiabá será a capital Nacional da Cufa. A questão é coordenadores estaduais se reúnem para finalizar o planejamento estratégico nacional de 2009 da organização, que começou a ser feito em novembro do ano passado em Brasília, e durou cinco dias. Os principais projetos a serem discutidos serão a Liibra (Liga Internacional de Basquete de Rua) e o projeto "Os Invisíveis". Celso Athayde, conselheiro nacional e fundador da Cufa sentirá pela primeira vez o calor cuiabano, tal como grande parte dos cufistas de todos os estados do país que também aproveitarão o momento para conhecer a Chapada dos Guimarães.

A Liibra tem sido o plano mais debatido dentro da organização, por conta de suas peculiaridades bem como sua abrangência, que se tornou mundial. A única liga brasileira de basquete de rua tornou-se internacional, com representantes na América Latina, Estados Unidos e Europa, países onde o esporte-arte já tem sido fomentado, com a criação de times e discussões sobre as regras do esporte. Além do alinhamento das estratégias, já que até junho todos os estados realizarão etapas regionais, as parcerias para o fomento do esporte no mundo também estarão em pauta. Celso Athayde e Claudia Raphael da Cufa do Rio de Janeiro farão a explanação da Liibra, com o intuito de solucionar todas as duvidas com relação ao projeto.

Já o projeto "Os Invisíveis" que foi delineado no último encontro nacional da Cufa, com a presença do Ministro da Justiça Tarso Genro que afirmou a importância da Cufa para o Brasil (veja aqui). Quem também participou do encontro da Cufa no ano passado foi o secretário executivo Wadson Ribeiro, onde apresentou programas esportivos-sociais do Ministério do Esporte. Outra presença marcante foi de Reinaldo Gomes, coordenador executivo do Pronasci, Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). A trinca Cufa-Pronasci- Ministérios de Justiça e Esporte articulam-se no enfrentamento da violência, seus reflexos e causas no país, propondo ações interventivas e motivadoras, que tirem jovens das favelas brasileiras da condição de invisibilidade ou visibilidade deturpada.

A Liibra será realizada em todo o Brasil, ainda no primeiro semestre deste ano. O "Os Invisíveis", só será desenvolvido onde o Pronasci esta instalado.

Política de descentralização

A realização do encontro em Cuiabá faz parte de uma política de descentralização, onde os estados "fora do eixo" devem receber coordenadores de todo o Brasil, começando por Cuiabá. Os primeiros encontros aconteceram no Rio de Janeiro e Brasília, com o intuito de facilitar a locomoção dos coordenadores em especial do Norte e Nordeste. Com a política de descentralização, próximos encontros devem acontecer em estados dessas duas regiões.

14 de janeiro de 2009

Cufa Maranhão é parceira do 1º Laboratório Internacional de Mídias Livres




Entre os dias 22 e 24 de janeiro São Luís sediará uma experiência pioneira no mundo: o 1° Laboratório Internacional de Mídias Livres. O evento reunirá midialivristas, midiativistas, comunicadores populares, comunicólogos, artistas, produtores culturais para discutir o tema mídias livres e produzir novos formatos através da experimentação e troca de idéias. O laboratório será também um espaço para formação de midiativistas que contribuam para a democratização dos meios de comunicação e a inclusão de novos difusores.

A criação do laboratório é uma iniciativa de jornalistas do Brasil e do mundo que estão a caminho de mais um Fórum Social Mundial, que será realizado de 27 de janeiro a 1º de fevereiro de 2009 em Belém. A comissão organizadora é formada por comunicólogos, midiativistas, estudantes de Comunicação Social e ONG's, entre elas a Central Única das Favelas do Maranhão que é responsável pela intervenção urbana. Além disso, os jovens da cufa foram convidados para participar da oficina 'jovens documentaristas'. Eles irão produzir um vídeo documentário para ser exibido no encerramento do Fórum Social Mundial em Belém.

A programação inclui conferências, debates, mesas redondas, oficinas, shows, intervenções urbanas e principalmente a experimentação de diferentes linguagens culturais e comunicativas. As diversas atividades acontecerão teatros, auditórios, ruas e praças do Centro Histórico de São Luís. A expectativa da organização do evento é de que mais de 800 pessoas participem do Laboratório Internacional de Mídias Livres. As inscrições do evento já estão abertas e poder ser feitas www.laboratoriodemidiaslivres.org

13 de janeiro de 2009

Estão abertas as inscrições do CineCufa 2009




As inscrições para 3ª edição do CineCufa estão abertas. Este festival nasceu da proposta de democratização da Sétima Arte, por isso, só serão exibidas produções criadas por moradores e legítimos representantes das favelas.Para os cineastas e cinéfilos que acabam de nos conhecer, e mesmo para os que já participaram de uma e/ou outra de nossas edições, vale lembrar que neste início de século XXI, por conta de avanços tecnológicos, houve um barateamento dos equipamentos audiovisuais. Deste modo, hoje qualquer pessoa pode fazer um filme usando tecnologia digital (amadora ou profissional).

Isto faz com que o número de produções audiovisuais aumente, bem como os cursos de capacitação profissional. Assim, a Central Única das Favelas, que já desenvolve seu Núcleo Audiovisual há pelo menos uma década, pretende valorizar cada vez mais as produções dos cineastas de favela, bem como fomentar a construção de uma identidade que passe a atuar mais fortemente no mercado cinematográfico, ou seja, criando um viés para que essas obras sejam exibidas e possam ser ativas neste movimento. O que incentiva os realizadores dessa crescente vertente audiovisual a se reconhecerem como representantes de um novo movimento estético, social e político.

Enfim, este é o mote do CineCufa: a realização de um festival de cinema no qual as obras exibidas não abordem necessariamente o tema “favela”, mas sim, que tenham por trás das lentes o ponto de vista da periferia e de seus legítimos representantes, oriundos de toda e qualquer parte do mundo. E como prova do crescimento do nosso festival, na 2ª edição, tivemos como novidade o prêmio “Governo do Rio – Na Tela da Favela”, que se dividiu em dois quesitos: “Voto Popular” e “Júri Especializado”.
Destes, Guilherme Varella (jovem diretor do curta “Raízes”) e o trio composto por Paulo Silva, Júlio Pecly e Cavi Borges (com o filme “7 Minutos”) foram os ganhadores, respectivamente.

“O CineCufa é composto pelas produções de quem está dentro da comunidade, de lá pra fora. Por meio de cursos como os que a CUFA oferece, as pessoas da comunidade passam a ter um olhar cinematográfico, mais crítico” – comenta Paulo Silva, ex-aluno do Núcleo de Audiovisual da CUFA. “E isso não quer dizer que na favela só tem história triste, e só existe felicidade na Zona Sul”, acrescenta Júlio, também ex-aluno.

É por isso que, desde já, estamos convidando você a participar desta empreitada. Inscreva agora a sua produção, pois a pré-seleção dos filmes que serão exibidos nesta edição de 2009 já começou!!


Inscrições de 09/01/09 a 07/03/09


Contato: filipi.satos.comunicacao@cufa.org.br

4 de janeiro de 2009

Dia Nacional do Basquete de Rua




Em 2001, no Armazém 05, Cais do Porto do Rio de Janeiro, o som que tocava era rap, a festa era o Hutúz, a referência do hip hop no Brasil. Embalados pela música, alguns "malucos" improvisaram: pegaram uma lata de lixo e fizeram de cesta. Com a bola laranja investiram em jogadas permeadas por habilidades criativas, espontâneas e irreverentes. Surge ali o que se tornaria o primeiro esporte social do país, batizado pela Central Única das Favelas do Rio de Janeiro (Cufa-RJ) como Basquete de Rua do Brasil, uma variação entre o Street e o Basketball formal.

A Cufa decide incentivar essa manifestação espontânea, incorporando o basquete de rua ao movimento hip hop e sugerindo que o mesmo seja parte integrante de todas as suas manifestações culturais. Para organizar a prática foram criadas regras especificas para a modalidade, todas reunidas na primeira publicação oficial de basquete de rua do Brasil, o “Manual dos Basqueteiros”. Obra esta viabilizada pela parceria da Cufa com o Ministério da Justiça, Secretaria Especial de Políticas para a Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e Eletrobrás.

De imediato, têm início as competições municipais, estaduais e por fim a nacional, a Liga Brasileira de Basquete de Rua (Libbra), evento reconhecido e chancelado socialmente pela Unesco e esportivamente pelo Ministério dos Esportes, que, hoje, agrega mais de 80 mil praticantes em todo território nacional.

Em 2008, no dia 27 de dezembro, a Cufa promoveu o Primeiro Desafio Internacional de Basquete de Rua, envolvendo o Brasil e o Chile. Sendo esta data marcada pela realização da primeira partida oficial entre seleções de dois países, a Cufa resolve reconhecer o dia 27 de dezembro como o Dia Nacional do Basquete de Rua, e propõe que órgãos oficiais reforcem a importância dessa data não somente pelo aspecto social, político e cultural, mas também por ser a consolidação de uma iniciativa oriunda da própria base, que oficializa a entrada definitiva do basquete de rua no cenário nacional e na vida de milhares de jovens do nosso país.


CUFA BRASIL
CUFA MARANHÃO

1° Workshop de dança de rua movimenta a Raposa

por Billy Black



Música, dança e consciência foram os ingredientes do 1° Workshop de Dança de Rua realizado pela Companhia de Dança de Rua Original Guerrilha Maranhão no Município de Raposa-MA. Cerca de 40 jovens tiveram aulas de dança e aprenderam uma pouco mais sobre o movimento hip hop. Além das oficinas, o Workshop de Dança de Rua criou um espaço de diálogo sobre os problemas sociais do município de Raposa e sobre a cultura urbana como meio de transformação dessa realidade.

Segundo os jovens, problemas como consumo e venda de drogas, prostituição e discriminação são os mais comuns do município que fica a 35 quilômetros do centro de São Luís, possui cerca de 22 mil habitantes e abriga a maior colônia de pescadores do Maranhão, boa parte da população sobrevive das atividades de pesca e da produção de rendas realizadas de maneira artesanal.

Para o coordenador das ações da Cufa Maranhão na Raposa, atividades como o Workshop podem até não resolver esses problemas, mas tem importante papel na redução e prevenção. É com esse papel que o grupo de dança Guerrilha Maranhão tem se destacado na intenção de difundir e fortalecer a arte urbana de forma consciente. O objetivo principal do grupo é modificar a realidade de jovens das periferias e utilizando a dança de rua associada a uma educação alternativa de conscientização social.






2 de janeiro de 2009

Cufa Maranhão é selecionada pelo Concurso Pontos de Leitura 2008

A Central Única das Favelas do Maranhão começa o ano com boas novas. O primeiro edital do Concurso Pontos de Leitura 2008 - Edição Machado de Assis, realizado pelo Ministério da Cultura, por meio da Coordenação-Geral de Livro e Leitura, selecionou o projeto Ponto de leitura da Cufa.

O ponto de leitura será implantado já em 2009 na escola comunitária José Marques de Lima localizada na comunidade Vicente Fialho, São Luís. Através desse projeto, a Cufa conquistou a oportunidade de criar um lugar para estimular e fomentar a leitura, além de poder potencializar suas atividades de inclusão e desenvolvimento técnico para os 200 alunos da escola e a comunidade em geral que terá livre acesso ao acervo.

O Ministério da cultura divulgou os projetos vencedores na última segunda-feira, dia 22 de dezembro. Do total de 702 inscrições efetivadas, foram selecionados 207 projetos de cada região. Com 12 pontos de leitura selecionados o Maranhão foi o segundo Estado do Nordeste com maior número de iniciativas premiadas. Segundo o Ministério da Cultura um dos mais importantes critérios observados para a escolha das iniciativas foi os locais de execução das ações, que prioritariamente vão ocorrer nos municípios atendidos pelo Programa Territórios da Cidadania, nas áreas do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e outros lugares prioritários do Programa Mais Cultura.

Pontos de leitura selecionados no Maranhão

Nós da Comunidade-CUFA (Escola Comunitária José Marques Lima)
Instituto Bem Comum (Sala de Leitura “Visão de Mundo”)
Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt (Biblioteca Dinâmica Mario Meirelles)
Formação - Centro de Apoio à Educação Básica (Biblioteca Comunitária Cantinho do Saber)
Associação dos Oradores do Novo Angelim (Biblioteca na quebrada: livro e leitura para o povo)
Hospital da Criança Dr. Odorico Amaral de Mattos (Projeto Vivenciando Leituras) todos de São Luís
Associação dos Moradores do Bairro São Sebastião (AMBASS - Organizações associativas ligadas à cultura e à arte, de Timbiras)
Diocese de Balsas (Biblioteca Comunitária Raio de Sol, de Balsas)